22.9.25

 Quando viramos a chave

      Às vezes passamos uma vida inteira pensando e vivendo exatamente da mesma forma. Claro se analisarmos profundamente todos nós evoluímos um pouco em algum sentido, afinal é essa a lógica da nossa existência. A Síndrome de Gabriela é muito comum: "eu nasci assim, eu cresci assim...", porém rebate com aquele outro dito popular famoso de autoria desconhecida: "só os tolos não mudam". Mudar não é fraqueza, é fortaleza. É reconhecimento da nossa imperfeição e sabedoria. Todos temos alguma coisa a ensinar e aprender o tempo todo, e essa conversa nada tem a ver com formação acadêmica. 

      A sabedoria de uma anciã benzedeira que mora lá na casinha no meio do nada pode ser maior do que a de um doutor de Harvard. Tenho a bênção de ter no meu círculo de amigos e conhecidos, pessoas de todos os níveis de formação, mas o mais interessante é que compartilham de um entendimento muito interessante sobre a vida: colhemos o que plantamos. Quando viramos essa chave viramos um monte de outras chaves paralelamente. Entendemos o ciclo da vida e que nossos atos (bons e ruins) têm consequências e que ninguém por mais bondoso que seja vai ficar isento dessa consequência. 

       Quando entendemos essa lógica começamos a agir com um pouco mais de compromisso, pelo menos para conosco mesmo em relação aos nossos atos. Agir com amor, sinceridade, honestidade e verdade nunca vai nos fazer uns "idiotas bonzinhos" e sim pessoas cientes que o bem sempre vence.     

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